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Para se pensar! "O IBAMA proibe fabricação de bolsa com couro de jacaré, mas nenhum órgão reprime a confecção do BOLSA FAMÍLIA com o couro da classe média." Escrito por jaquenany às 19h03 [ ] [ envie esta mensagem ] A realidade da criminalidade O quadro da violência na cidade de Santa Maria Por Jaqueline Ribeiro Surgida no início da década de 90, Santa Maria tornou-se rapidamente um aglomerado urbano com contorno definido de cidade, rodeada por dois córregos, o Ribeirão Alagado e o Santa Maria, que dá nome à cidade. A população da cidade de acordo com a pesquisa domiciliar 2000 - Codeplan é de aproximadamente 128.000 habitantes. São 16 anos de existência e com 50 quadras habitadas, fica a E como em qualquer outra cidade a violência aqui também está presente na vida dos moradores. Segundo a delegada Tânia Alves de Moura, o crime que mais ocorre na região é assalto em ruas e no comércio. Ela é formada em Direito a 9 anos e atua como delegada há 6 anos na 20° Delegacia de Polícia da cidade de Santa Maria. Ela fala que sempre gostou dessa área por ter facilidade em lidar com assuntos relacionados à violência. O funcionário da “Drogaria Social”, Alessandro Barbosa diz que a loja já foi assaltada 3 vezes em 4 anos de existência. A solução para o problema foi à instalação de uma grade na entrada da farmácia. Ele diz que depois que colocaram a grade nunca mais ocorreu assaltos. Já o proprietário da “Panificadora Master Pão”, Anilton dos Reis diz que em 6 meses que abriu o negócio já foi assaltado uma vez, “chegaram dois caras, com aparência entre 28 e 32 anos, um deles armado e abordaram os funcionários, colocaram todo mundo pra dentro e um dos assaltantes chegou a bater em dois funcionários”, declara. Mas chegaram a levar pouco dinheiro, levaram todos os celulares que encontraram, as máquinas de cartão de crédito e depois saíram. Um funcionário conseguiu escapar e ligar pra polícia, mas esta como sempre não chegou a tempo de render os assaltantes. Estupros e homicídios ocorrem pouco, a faixa anual destes crimes é de 20%. Atualmente a maioria dos assaltantes é de classe muito baixa, muitos não têm o 1° grau de escolaridade. Tânia acredita que a pobreza realmente causa a violência, “é muito raro acatarmos cidadãos que tenham uma melhor condição de vida”, diz. A faixa etária desses assaltantes fica entre 18 e 28 anos, tem também muitos menores de idade, onde o problema se torna maior. As quadras mais perigosas são as que têm o comércio mais desenvolvido como 218 e 314 e também as quadras 400. Santa Maria Norte tem um índice maior de criminalidade do que Santa Maria Sul. O número de vítimas do sexo feminino é bem maior do que do masculino. “Acredito que seja pela fragilidade do sexo, pois as mulheres se desesperam e se entregam com mais facilidade”, fala. O número de reclamações, queixas de roubos relâmpagos e ocorrências tem aumentado muito, o que simboliza que a população está se organizando em relação a esse problema, “temos trabalhado para solucionarmos este grande problema e para termos o reconhecimento de nosso serviço por todos”, afirma. O policiamento nas quadras tem aumentado bastante e com isso a violência diminui, mas ainda não é o suficiente, “ainda não temos solucionado, mas diminuímos cerca de 40% dos crimes nas ruas. Procuramos colocar polícias nos locais mais perigosos da região. Com isso inibimos os assaltantes por estes não circularem muito em locais onde tem a presença de policiais”, diz. Assaltos às casas ocorrem muito em datas comemorativas como Natal, carnaval e etc, devido ao fato dos moradores viajarem e deixarem suas casas sozinhas. Assaltos em ruas são mais freqüentes do que nas próprias casas devido à facilidade encontrada pelos assaltantes. Ela também relata a sua opinião em relação ao papel do comunicador para com a sociedade, “no lado profissional, não tenho nenhuma crítica a jornais sensacionalistas, porque o que deve ser feito é mostrar realmente a violência da forma como ela ocorre, temos que tornar as pessoas cientes de vários crimes e do que pode realmente acontecer, já pelo lado pessoal acho um pouco exagerado à forma como é mostrado as fotos, às vezes acredito que não há necessidade de chegar a tanto explícitos”, afirma. Ela acha que o papel do comunicador é fazer boas apurações e realmente fazer o seu trabalho sem se aprofundar muito em diversos assuntos. Escrito por jaquenany às 15h46 [ ] [ envie esta mensagem ] Frase do Dia!
“Apóio a idéia do Presidente de dialogar, mas quero registrar a minha
preocupação com a tentativa do Presidente não de dialogar, mas de cooptar;
não de ter diálogo com a Oposição, que esteja do outro lado, mas de dizer
“venha para o meu lado”, porque, se todos forem para o lado do Governo, a democracia morreu”. Cristovam Buarque (PDT-DF Escrito por jaquenany às 14h06 [ ] [ envie esta mensagem ] Presente para Papai Noel Com a chegada do fim do ano, os bons velhinhos aparecem em busca dos empregos temporários Por Jaqueline Ribeiro
Para fazer o papel é preciso ser prestativo, carinhoso e dar atenção aos visitantes. Pedro Martins, 71 anos, há seis trabalha como Papai Noel de shopping, e conta que começou por acaso; sua esposa Ana Ferreira o fez tomar essa iniciativa. “Era uma brincadeira que a gente fazia no natal da nossa casa e eu me fantasiava para os meus netos, daí ela deu a idéia de encarar isso mesmo como trabalho, e deu certo”, fala. O serviço temporário ainda faz com que ele garanta o presente dos nove netos. Diz gostar muito de crianças e se sente amado por elas. Ele é aposentado e diz ser um trabalho cansativo, porém prazeroso e compensador, “o afeto das crianças é gratificante”, diz. Elas chegam a fazer pedidos, e aparece de tudo, “a maioria pede brinquedos mesmo, mas têm algumas que querem mais paz e menos violência, ou ver um parente que está longe, entre outros”, afirma. Ele acha essa iniciativa dos shoppings e empresas interessante, pois considera não ser apenas jogadas de marketing, “tudo isso é para criar um ambiente adequado, proporcionando às crianças e adultos um mundo de sonho e fantasia”, destaca. Já Júlio César Marra viu na roupa vermelha e branca uma oportunidade para driblar o desemprego. Aos cinqüenta e dois anos de idade, ele fala da dificuldade em conseguir uma vaga no mercado de trabalho. “Ninguém quer contratar quem tem mais de 40 anos”, revela. Ele conta que em 1999 quando passeava pelo shopping recebeu um presente de Papai Noel, a profissão. “Vi o homem caracterizado trabalhando na loja, mas não tinha nada a ver. Ele era magro, a barriga tinha enchimento. Olhei para mim, com meus Escrito por jaquenany às 18h11 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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